Em meados de 1996, o editor londrino Barry Cunningham da Editora Bloomsbury, aconselhou uma escritora a utilizar apenas as iniciais de seu nome, de modo que o público masculino não se afastasse de seu livro: "Sabe Joane? Achamos que esse livro vai despertar o interesse de rapazes e garotas. Podemos usar as suas iniciais?"
Basicamente, queriam ocultar o gênero da escritora. Mas Barry foi além. Muito embora a Bloomsbury tenha contratado a publicação do livro, o editor aconselhou a autora a procurar um outro emprego, já que as chances de uma mulher conseguir dinheiro com livros eram mínimas. Mas ela queria muito ser escritora. Deus! Como queria!




































