Tudo bem?
Eu espero que sim!
Hoje trouxe uma resenha especial, de um livro especial. Eu o li já faz um tempo, mas ele continua vivinho da Silva em minha memória, pois eu o adorei. Ele se chama A menina que semeava, do autor Lou Aronica, um cara sensível como poucos.
Quando li: Setembro, 2013.
Título: A menina que semeava
Autor(a): Lou Aronica
Editora: Novo Conceito
Páginas: 414
Avaliação:

Onde comprar? Americanas | Amazon | Submarino
Sinopse: Chris Astor é um homem maduro, um botânico bem-sucedido, mas, especialmente, um pai amoroso. Sua filha - Becky - é, para ele, seu maior e melhor projeto. Mas a garota, tão amada, tem câncer.
O que pode um pai quando sua filha foi acometida por uma doença assim, nociva? Como diminuir o sofrimento de uma criança tão amada?
Apesar de sua agonia, Chris encontra uma maneira mágica de acolher sua menininha. Para que ela se recupere bem, e mais rapidamente, ele cira um mundo paralelo, cheio de fantasias, histórias e personagens maravilhosos que parecem ter o poder milagroso da convalescença.
E nada no mundo, nem sua sanidade, nem seu trabalho, nem mesmo sua mulher serão obstáculos para a determinação deste pai que só tem o propósito de ver sua filha feliz.
Uma história sobre desespero, esperança, invenção e descoberta que ultrapassa qualquer razão, qualquer limite, enquanto você revê tudo aquilo que você acredita.
Chris é um botânico gente boa, que leva seu trabalho muito a sério. Ele é um pai amoroso, dedicado e que vê em Becky a melhor parte de si mesmo. Além de todo carinho e amor dedicados à filha, outro ponto que se destaca em Chris é o seu otimismo. E esse otimismo será o diferencial de sua vida e, principalmente, da vida de Becky.



















