Título: O Exorcista
Autor(a): William Peter Blatty
Páginas: 331
Editora: Agir
Classificação:

Onde comprar? Submarino | Americanas | Saraiva
Sinopse: Um clássico do terror com mais de 13 milhões de exemplares vendidos. Uma obra que mudou a cultura pop para sempre. O Exorcista é o livro que deu origem ao maior filme de terror do século XX. Quatro décadas após chocar o mundo inteiro, a obra-prima de William Peter Blatty permanece uma metáfora moderna do combate entre o sagrado e o profano, em um dos romances mais macabros já vistos.
Realmente, é bem macabro.
Aliás, eu diria que macabro é pouco!
Mais um livro da série de FILMES QUE FORAM BASEADOS EM LIVROS E EU NÃO SABIA. #DesculpaAVergonha
Prepare o coração, moçada! A resenha de hoje vai tirar seu sono. Ô se vai...
Começamos no Norte do Iraque, em uma escavação que está sendo acompanhada pelo Padre Merrin, um senhorzinho experiente, que tem um encontro nada agradável com Pazuzu através de uma cabeça do demônio, uma personificação do vento do sudoeste. Seu poder era a doença e os males. Não sei dizer se aquele foi o primeiro encontro entre eles, mas algo me diz que não. Merrin consegue sentir a energia maligna que flui daquela carranca há quilômetros de distância, e sente que em breve eles se encontrarão novamente.
Depois nos encontramos com Padre Damien Karras. Logo de cara percebemos que ele está profundamente deprimido. Ele se sente em falta com a mãe, e a morte dela faz com que ele caia no fundo do poço, colocando até mesmo a sua fé em xeque.
E, em Georgetown, Washington D.C., conhecemos Chris MacNeil, uma atriz de muito sucesso, sua doce e meiga filha Regan, de 11 anos - que completa 12 durante a história - e seus fiéis empregados Karl, Willie e Sharon.



















