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23 junho 2017

{Resenha} ~ A guerra que salvou a minha vida - Kimberly Bradley ~

Olás,  pipows lindos do meu Brasil - e de fora dele também!
Como estão? Todo mundo animadíssimo pra esse fim de semana geladinho? 💞⛄
Bem, eu estou bem animada, mesmo tendo muuuuito trabalho pela frente!

Antes de contar para vocês sobre qual livro falaremos hoje, queria dar alguns recadinhos. Ambos têm a ver com a minha enrolação/falta de tempo.
O primeiro é que eu acabei de me lembrar (acabei mesmo, às 01:20 da madruga) que eu esqueci de postar o 6 on 6 deste mês. Sim, pessoal, o lapso esse mês foi imenso. Mas eu prometo que vou caprichar muito, mas muito mesmo, pra poder compensar toda essa demora.
Por falar em demora, o segundo recadinho é sobre o mega master atraso no envio dos mimos sorteados aqui no blog. Neste fim de semana, finalmente, colocarei tudo em ordem. Vou empacotar tudinho e mandar muito amor pra vocês. Demorei mais uma eternidade como sempre, mas agora eu vou tentar mandar tudo dentro dos prazos, assim, vocês ficam felizes comigo e eu fico de consciência tranquila.

Recados dados, vamos ao livro de hoje!
Esse amorzinho foi a escolha para o mês de ... não sei de que mês 😓 do nosso grupo de leituras. Como podem perceber, eu não sou enrolada só com as coisas daqui, sou meio enrolada com tudo. Enfim. Eu simplesmente amei a escolha, pois como muitos de vocês sabem, eu sou apaixonada por livros que falem sobre a Segunda Guerra Mundial. Eles sempre mexem muito comigo, me fazem refletir sobre tudo, e com este livro foi exatamente assim.




Quando li: Maio, 2017.
Título: A guerra que salvou a minha vida
Autor(a): Kimberly Bradley
Editora: Darkside
Páginas: 240
Avaliação: 
Onde comprar? Amazon | Americanas | Saraiva | Submarino
Sinopse: Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular - coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um "pé torto" como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.
Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para interior, em busca de uma vida melhor.
Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar "história de superação". Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa.
Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisam deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios. 

Essa sinopse está bem caprichada, por isso, não irei me atentar muito aos detalhes da estória em si, afinal, muito do que acontece, a sinopse já contou de maneira bastante lindinha. Vou tentar fazer uma resenha diferente, algo mais parecido com aquelas conversas que temos com amigos quando queremos falar sobre um livro que gostamos muito. Aquelas conversas em que apresentamos tudinho com detalhes, mas sem contar os ápices da trama.

A Ada é uma garotinha especial. Não estou usando este termo para dizer que ela tem alguma limitação e nem nada, e sim para frisar o quanto ela é importante, especial mesmo. Ela não sabe sua idade, mas ao que tudo indica, ela tem dez aninhos. É uma criança responsável, que carrega tanto amor pelo seu irmãozinho Jamie, de aparentemente quatro anos, que fiquei comovida. E ela também ama muito a sua mãe, mesmo ela sendo uma mulher desprezível, mesmo maltratando-a horrores, mesmo sendo absurdamente maldosa. E isso também me comoveu. Só mesmo uma pessoa com um coração enorme e puro pode dedicar tanto amor assim a quem a fere tanto - e não estou falando só de feridas psicológicas, não.

Ela é extremamente dedicada ao seu irmãozinho, faz tudo por ele. Chega ao ponto de deixar de comer o pouquinho da comida que recebe para dá-la ao irmão. Ele é o seu mundo, e sempre que ele sai de casa para brincar ou ir à escola, ela sofre muito, mas muito mesmo. E, por incrível que pareça, ela não sofre por não sair com ele, e sim por ter que ficar sozinha, por ter que ficar sem ele. Ada nasceu com um pezinho torto, por isso, nunca saiu de casa. Ela nunca andou, só rasteja pelos cantos, e este é mais um motivo para ficar presa ali. Mas não é por não saber andar que ela não sai, e sim por sua mãe achar que ela a envergonharia se saísse. Como todos sabem que ela tem mais uma filha - Ada fica constantemente na janela, vendo o movimento da rua e vendo Jamie brincar -, a mãe (que nem tem um nome, e isso fez com que fosse ainda mais fácil odiá-la) diz a todos que sua filha é retardada, por isso fica só em casa. Mal sabe ela que Ada é muito da esperta. Muito da esforçada. Muito da destemida.

Certo dia, Jamie chega em casa falando sobre a iminente guerra. Fala que Londres pode ser bombardeada, por isso, todas as crianças da cidade serão enviadas para o interior, e em breve. Cansada de sofrer em casa, Ada toma a decisão de aprender a andar para ir até o colégio onde as crianças irão se reunir e depois serem mandadas para outra cidade. Foi difícil chegar até ali. E depois de toda essa dificuldade, as coisas irão melhorar - e muito! -, mas nem tudo são flores, não.

A verdade verdadeira é que após irem para o interior, as coisas melhoraram e muitooo para essas crianças. Eles foram acolhidos por uma moça - contra sua vontade - solteira e com uma vida razoavelmente confortável. Ela anda triste e deprimida pois há pouco perdeu uma pessoa muito querida, por isso que mencionei que ela não queria a presença das crianças. Mas isso não quer dizer que ela os maltratou, pelo contrário. Ela cuidou deles com muito carinho. Levou-os ao médico, se prontificou a entrar em contato com a mãe de Ada para que ela pudesse autorizar uma cirurgia que poderia praticamente "consertar" seu pezinho torto (autorização essa que nunca veio); os vestiu, os alimentou, os ensinou e educou. Mesmo com todo esse carinho e cuidado, Ada não conseguia se sentir acolhida e bem-vinda ali. Mesmo vendo seu irmão feliz, mesmo tendo um novo amigo, o pônei Manteiga.

Jamie deu um bocado de trabalho também, e confesso que muitas das vezes que eu lia essas passagens em que ele não queria comer, ou que fazia pirracinhas, e também quando Ada era rude com a srta. Smith, eu ficava muitooo fula da vida. Achava que eles estavam sendo extremamente mimados e ingratos, até que eu parei para me por no lugar deles. Eles estavam longe daquilo que eles chamavam de casa, daquilo - sim, me recuso a dizer "daquela" - que eles chamavam de mãe. Nunca souberam o que era ter comida boa na mesa, roupas boas e quentinhas, uma cama macia... e nunca souberam o que era amor. Tanta novidade assusta... e saber que aquilo tudo pode ser provisório, assusta ainda mais.

Mas depois tudo foi ficando bem. Ada saía pra passear com o Manteiga todos os dias, Jamie começou a ir à escola; era quase como se fossem uma família. Até que a Mãe apareceu para levá-los de volta. Ela ficou furiosa por ver que eles estavam tendo tudo aquilo que ela não tinha, ficou fula por ver Ada tão bem vestida, feliz, e andando. Eles voltaram para Londres... mas este não foi o fim.

A srta. Smith salvou aquelas crianças... e aquelas crianças a salvaram. A gente pensa que toda a trama trata somente dos percalços das crianças, mas a verdade é que a moça também foi muito beneficiada com a vinda deles. A guerra estava cada vez mais perto, literalmente passando voando por suas cabeças. Mas o conforto mútuo e aquele amor que foi nascendo de mansinho fez com que todos esses corações feridos fossem sarando aos pouquinhos, fez com que os horrores da guerra ficassem um pouquinho mais longe deles, pelos menos hipoteticamente.

Além da estória linda, fluida, bem narrada e de fácil leitura, o fato de eu ter me identificado muito com Ada foi decisivo para que eu me apaixonasse perdidamente por esse livro. Eu também tive muitos fantasmas na infância. Passei por maus bocados... cuidei do meu irmãozinho como se ele fosse um filho; tive problemas físicos que me fizeram dependente por  um tempo, fazendo com que eu precisasse reaprender muita coisa; também tive cavalos como amigos - além dos cachorros. Aquela amargura característica da protagonista já esteve em mim um dia, por isso que super entendi todas as suas mau-criações.

Esse livro é singelo, tocante, doce e delicado. Ao mesmo tempo que nos mostra coisas feias como os acontecimentos da guerra, ele nos mostra que o amor torna tudo possível, e que ele consegue plantar a sua sementinha até no mais duro e impenetrável dos corações. Além de nos fornecer uma visão completamente diferente da Segunda Grande Guerra, ele nos mostra que há outras guerras e batalhas tão ruins quanto: as guerras existenciais. Tudo isso foi falado com muito cuidado, com tato, mas de forma bem real.

Este livro pode ser lido por você, por seus filhos, sobrinhos, primos, irmãos, vizinhos... é um livro para todos. Sem dúvidas, proporciona um aprendizado ímpar. Ele é narrado pela própria Ada, por isso, tem uma narrativa simples e rápida, podendo ser bem assimilada por todas as idades.

Antes de me despedir, queria falar sobre o capricho dessa edição. Não é segredo que a Darskide é muito cuidadosa e caprichosa, mas gente, essa edição está sensacional. E o melhor: não encontrei erros de revisão (pelo menos não me lembro de ter encontrado). Tudo tem a ver com a trama, tudo é delicado e fofo como essa estória.

Te convido a se apaixonar por Ada e Jamie. A aprender com eles e também com a srta. Susan Smith. Te convido a ficar com o coração quentinho, a sentir o cheirinho de manteiguinha que paira no ar... Só vem!


24 comentários:

  1. Oi Fabi!
    Ai, que linda a sua resenha! Resenha essa que me deixou ainda mais curiosa para ler esse livro!
    Até agora, só vi resenhas e comentários positivos sobre essa história. Também gosto muito de livros que se passam durante a Segunda Guerra Mundial.
    Adorei a premissa! Apesar de ser uma história completamente diferente, acabei me lembrando do livro O menino do pijama listrado, por os dois serem narrados por crianças.
    Deve ser uma leitura muito envolvente, emocionante e sensível.
    E as edições da Darkside dispensam comentários, como sempre ;)
    Bjos!

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    1. Há muitas diferenças entre os dois livros, Anninha, mas ambos mexem com a gente, viu. Este, pelo menos, não é tão triste quanto O menino do pijama listrado.
      Eu espero que possa lê-lo em breve, pois a leitura é muito delicinha e muito envolvente mesmo. Difícil de largar!

      Beijocas

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  2. Oi Fabi ;)
    Adorei a resenha, como sempre S2
    Comprei o livro e estou esperando ele chegar para começar a ler, e posso dizer já que vou amar! Adoro livros que se passam durante a Guerra, e acho que nunca li um narrado por uma criança, então acho que vou me surpreender com a narrativa.
    Acredito que a Ada deve ser uma personagem apaixonante, guerreira mesmo sendo novinha. Você me deixou mais animada ainda pra ler o livro, mal posso esperar para ele chegar *-*
    Bjos

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    1. Este foi o segundo livro que leio e que tenha sido narrado por uma criança, Isa, e posso te dizer com segurança que eles são ainda mais envolventes. A gente se sente arrebatado por toda a pureza que eles passam quando narram as atrocidades da guerra, e é impossível não se apaixonar! Tomara que vc goste tanto quanto eu, e que ele chegue rapidinho! Não deixe de me contra o que achou do livro quando o ler, hein?

      Beijocas

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  3. Oi, Fabi!
    Que linda resenha! Como é bom fazer a leitura de um livro e se identificar com ele, mesmo que em alguns pontos tristes, mas que levam a uma reflexão e aprendizado.
    A capa, como todas as edições DarkSide, sempre me encantam.
    Gostei muito da premissa do livro, pois temas assim sempre me despertam curiosidade e grande emoção.
    Espero ter a oportunidade de ler.
    Beijos no coração!

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    1. Também espero que tenha a oportunidade de lê-lo, Márcia! Ele é aquele tipo de livro que nos deixa com o coração quentinho!
      E realmente, quando nos identificamos com o livro, tudo fica ainda melhor e mais marcante. Amei demais!

      Beijocas

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  4. Oi Fabi,
    AMO livros com histórias protagonizadas por crianças, sempre trazem valiosas mensagens e nos fazem refletir. Também amo livros com cenário da Segunda Guerra Mundial, são histórias intensas e extremamentes crueis mas sempre me emocionam e tocam meu coração.
    Então é claro que estou super ansiosa para ler essa obra e conhecer a história dessa garota de coração tão puro e bondoso. Esse livro pelo jeito é muito envolvente e emocionante.
    Que linda resenha Fabi, saber que você se identificou com a Ada torna a leitura ainda mais especial.
    Beijos

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    1. Especial é apelido, Mi!
      Esse livro realmente nos faz refletir sobre o que é importante pra gente, nos faz pensar se realmente estamos dando valor àquilo que importa meeeesmo, sobre aquelas pequenas coisas. Espero que tenha a oportunidade de lê-lo!

      Beijocas

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  5. Fabi já tinha lido sobre o livro e me encantou facilmente e ainda visto aos olhos de uma criança acho impossível não se emocionar e encantar ao mesmo tempo, esse livro está na minha lista de desejados e não vejo a hora de ler e apaixonar, amei tanto a edição a editora realmente sabe como fazer um leitor gastar tanto.
    Abraços!!!

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    1. A Darkside realmente tem um jeitinho especial de nos ganhar, Mari! Ela capricha tanto que a gente já se vê apaixonado sem nem mesmo saber do que se trata o livro!
      Eu espero que possa ler essa gracinha em breve, pois este é um livro especial!

      Beijocas

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  6. Olá Fabi!!
    Resenha lindaaaa, amei, parabéns!
    O que flar desses livros da Dark?
    Eu amo! São enredos que me prendem, capas que me chamam mta atenção, e este já está na listinha!
    Bjs!

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    1. Obrigada, Alineee! <3

      Realmente, as edições da Dark dispensam comentários. Sempre lindas demais da conta!
      Espero que ame este livro tanto quanto eu!

      Beijocas

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  7. Oi Fabi ;)
    Adorei sua resenha, e fiquei mais doida ainda para ler o livro!
    Desde que a editora lançou fiquei doida pra ler, e eles arrasaram nessa edição capa dura linda *-*
    Sou fã de livros que abordam essa temática da Segunda Guerra, e acho que vou adorar a Ada, ela parece ser uma menininha muito guerreira!
    Comprei o livro físico, e vai ser uma das minhas próximas leituras.
    Bjos

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    1. Ah, que bom que gostou, Isa! Fico feliz por ter atiçado a sua vontade, rs!
      Assim que lê-lo, vem correndo me contar o que achou, hein?

      Beijocas

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  8. Ai Fabi, mais uma resenha maravilhosa! Esse livro ando ouvindo falar muito bem e eu adoro o cenário da segunda guerra mundial misturado com uma protagonista criança ainda, é de se acabar mesmo, de se deliciar. A Ada é uma inspiração pra nós adultos também!
    Quero ler correndo!

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    1. Verdade, Lu! A Ada é uma inspiração! Ver uma menina tão pequena ser tão guerreira e determinada é, sem dúvidas, algo que nos faz querer ser como ela!
      Espero que possa se deliciar com este livro, pois ele é extremamente especial!

      Beijocas

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  9. Fabi!
    Adoro livros narrados durante a segunda guerra.
    Nossa! totalmente chocada com a atitude da mãe em relação a Ada, isso pode ser considerada de mãe? Cruzes!
    Eita que menina danada, hein? Consegue fugir com o irmão.
    Ai que tão linda, mesmo sem querer a Susan cuida das crianças, que alegria.
    Triste que uma criança não conheça e não aceite o amor.
    Se é tão bom, claro que quero ler.
    Desejo um final de semana de luz e paz!
    “Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu...” (Vinicius de Moraes)
    Cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA DE JULHO 3 livros, 3 ganhadores, participem.
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/

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    1. Realmente triste uma criança não aceitar o amor por não conhecê-lo, Rudy. É de partir o coração! Mas no fim ele vence, entra no coração dela e mostra o quão sublime ele é!


      Beijocas

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  10. Puxa vida, adora livros com essa onda. Não sei o que me deixou mais curiosa para ler : a tematica, o enredo ( como vc descreveu, to encantada)ou por ser da dark ( eles estão arrasando né)

    Para de fazer essas resenhas maravilhosas 5 estrelas kkkkkkk, aquela lista infinita so cresce kkkkkkk

    beijos sá linda :*

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    1. Acho que o conjunto em si é atrativo demais... impossível dizer "ah, tal coisa me desagradou e não vou ler por isso", rs!

      E eu vou fazer o quê se só cai livro maravilindo na minha vida? Hahhahaha

      Beijocas

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  11. Oi, Fabi!!
    Que linda a sua resenha, fiquei bem animada em ler essa estória tão comovente da Ada. Adoro o capricho que a darkside tem com os seus livros.
    Bjoss

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    1. A Darkside dá show... e a trama deixa tudo ainda melhor!

      Beijocas

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  12. Quanto amor nesse livro Fabi! Assim que comecei a ler a resenha, me lembrei do "Extraordinário". É muito lindo ver que apesar das dificuldades, eles acham um jeito de ser feliz. Já tô apaixonada por esse livro. Voto nele pro premio da próxima promoção hehehe
    Beijinhos!

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    1. A Ada nos faz lembrar do Auggie mesmo, Crissie! Ambos superam as adversidades com maestria! Coisa mas linda da vida!
      E eu anotei a dica do prêmio de promoção, hahahha

      Beijocas

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