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31 outubro 2016

{Resenha } ~ Exorcismo - Thomas B. Allen ~ Especial de Halloween ACEDL, LL & PPP ~

Olás, pipows!
Como estão?

Eu estou atrasada. Rs!
Essa resenha deveria ter ido ao ar na sexta-feira maaaasssss... fui falar mal do filme da dona Bruxa de Blair e ela resolveu se vingar de mim! Como eu sei que foi uma vingança dela? Simples. Antes de dar as caras por aqui ela passeou pelo trabalho da Bia e fez maldades por lá... rs. Fiquei sem internet o fim de semana inteiro! Só agora um técnico gente boa veio resolver o meu problema - que num era nada demais, diga-se de passagem. Prometo solenemente não falar mal da Bruxa de Blair mais! #SorryBruxinhaFofaDeBlair


Vamos ao que interessa!
Dando continuidade ao nosso especial, hoje teremos resenha por aqui. Não deixem de conferir as resenhas que rolaram lá no Lua Literária e também as lá do A culpa é dos leitores.

O livro de hoje foi uma pequena grande decepção pra mim. Eu estava com as expectativas lá em cima, e elas não chegaram nem perto de serem atingidas. Contei pra vocês o que eu estava achando no post que fiz na coluna Li até a página 100 e... e lá já deu pra vocês terem uma ideia do quão arrastada estava a minha leitura. Espia só as minhas considerações finais.




















Quando li: Outubro, 2016
Título: Exorcismo
Autor(a): Thomas B. Allen
Editora: Darkside 
Páginas: 254
Avaliação: 
Onde comprar? Amazon | Americanas | Submarino
Sinopse: Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de William Peter Blatty, O Exorcista, não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade.
A história real aconteceu em 1949, e você pode conhecê-la - se tiver coragem! - no  livro EXORCISMO, do jornalista Thomas B. Allen. Exorcismo narra em detalhes os fatos que aconteceram a Robert Mannheim, um jovem norte-americano de 14 anos que gostava de brincar com sua tábua ouija, presente que ganhou de uma tia que achava ser possível se comunicar com os mortos.
Thomas B. Allen contou com uma santa contribuição para a pesquisa do seu trabalho. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta que auxiliou o exorcista Bowdern. Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela igreja católica desde a Idade Média. Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Allen como "um documento fascinante e imparcial sobre a luta diária entre o bem e o mal". 

Acredito eu que todos já tenham ouvido falar de O Exorcista, um dos filmes de terror mais assustadores de todos os tempos. Ele foi lançado em 1973, baseando-se no livro de mesmo nome (clique aqui para ler a resenha), escrito por William Peter Blatty em 1972. Tamanho foi o sucesso de ambos não só por terem sido assustadores, mas também por se tratar de "um caso real".

Exorcismo conta a história desse tal "caso real". Regan, a garotinha de, se não me engano, 12 anos, que foi possuída por um demônio (no filme e no livro), na verdade é um menino de 14 anos que, no livro, é chamado de Robert Mannheim. Segundo Allen, W. Peter Blatty mudou o sexo e a idade do "protagonista" desse caso horrendo para resguardar o garoto e sua família, afinal, na época em que Robert foi possuído houve um certo reboliço em sua cidade e também na cidade onde o exorcismo foi realizado de fato.

Cá temos o relato de um jornalista que teve acesso ao diário de um dos padres jesuítas que auxiliaram o exorcismo de Robert e, baseando-se no que ali continha, ele desenvolveu um livro enfadonho e enjoativo.

Sim, minhas expectativas não foram alcançadas - aliás, não chegaram nem perto disso. Acontece que fiquei o tempo todo comparando o livro com a história de O Exorcista. Pensei: poxa, eu quase me borrei com esse livro/filme! Então esse livro (Exorcismo) deve ser mais punk ainda! Pobrezinha de mim. Não encontrei absolutamente NADA que me fizesse sentir um ínfimo do medo que eu senti lendo o livro de 1972. A descrição do exorcismo de Robert beira o ridículo, afinal, todos os dias são sempre iguais. Deixe-me resumir um livro de 200 e tantas páginas em apenas algumas linhas: Robert tem uma tia que acha possível se comunicar com espíritos. Ela tenta fazer com que seu sobrinho pense o mesmo, por isso lhe dá de presente uma tábua ouija. Ela morre. Robert tenta se comunicar com ela através dessa tábua. O que acontece? Dá merda. Ele acaba sendo possuído por um demônio. Esse demônio é um cara notívago, pois durante o dia Robert vive como uma criança normal. Ele só é incomodado pelo coisa ruim a noite. E quando isso acontece, a cama chacoalha, marcas estranhas aparecem no corpo de Robert, ele fala alguns palavrões, cospe incessantemente, urina loucamente, faz umas coisas voarem pelo quarto; os padres Jesuítas chegam na casa dele e começam a rezar até que ele durma. Fim.

O livro contém 14 capítulos que contam exatamente essa sequência. Aliás, perdão. São 13 capítulos de lenga-lenga, o 14º nos apresenta o diário do padre. Em minha humilde opinião, a melhor parte do livro foi justamente o diário. Acho que se tivéssemos somente o diário e nele os comentários de Allen, teríamos um livro de melhor qualidade. Comentei com vocês que eu queria praticar o "desapego literário" neste livro, mas infelizmente, li todinho, tendo sempre a esperança de que na noite seguinte, Robert teria um ciricutico mais interessante de se ler.

Apesar de ter uma narrativa cansativa, repetitiva e altamente didática, indico este livro para quem tem vontade de ler algo sobre o assunto mas tem medo de se impressionar demais. Thomas B. Allen caprichou na pesquisa, nos fornece dados interessantes sobre a história da igreja, dos jesuítas e do ritual de exorcismo em si. É muita encheção de linguiça, mas pode ser que funcione pra você, afinal, suas expectativas serão diferentes das minhas.

E pra finalizar, queria falar da diagramação desse livro, que está MARA! Além de uma capa simples e linda, a folha de guarda traz uma "tábua ouija" perfeita, com direito a marcador de prancheta de seta e tudo. Se você for um louco que gosta de brincar com coisas loucas, taí sua chance. Quanto à revisão... o de sempre. Erros aqui e acolá. Mas aqui eles apareceram com menos frequência do que em Evangelho de sangue, por exemplo.

Preciso dizer que não curti? Nope, acho. Se eu indico? Ah, indico! Se você é um daqueles que eu descrevi ali em cima, aventure-se. Após ler esse livro você se sentirá um especialista em exorcismos, assim como eu. Se tiver um possuído aí, podem me chamar! Eu sei exatamente o que fazer.



17 comentários:

  1. Oi Fabi! Adorei a resenha!
    Quando eu vi o lançamento deste livro, logo fiquei muito empolgada pela leitura. A sinopse me atraiu, além da capa e dessa edição linda da DarkSide. Mas quando li o seu post, no qual você contou as suas impressões sobre as 100 primeiras páginas, já fiquei um pouco desanimada pela leitura. É incrível como uma premissa pode nos atrair, mas o resultado final pode nos decepcionar. E após ler a sua resenha, percebi que a minha empolgação inicial pela leitura do livro desapareceu hahaha É que eu esperava uma coisa totalmente diferente sabe? Talvez eu dê uma chance para esse livro no futuro, mas por ora preciso de algo que dê mais medo hahaha ;)
    Bjos!

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    1. Anninha, se quer sentir medo... então passe longe desse livro, rs!
      Realmente o que encontramos aqui é algo completamente diferente da premissa, mas ainda assim é uma leitura válida. Mas já que sua vibe tá terroresca, então bora procurar um livro terroresco pra vc! Rsrsr

      Beijos

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  2. Oi Fabi....
    Confesso que já ouvi falar do livro e do filme... Mas não, não li o livro e não pretendo.... Nem assistir ao filme... Sinto muito... Mas estão além da minha lida do medo e não quero passar por esse terror não.... kkkk... Adorei seu post, mas não vou encarar não... Rsrs...
    Beijinhos...

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    1. Esse livro é muitoooo diferente do filme e do livro O Exorcista, Cris! Num tem nada o que temer quanto a ele, de verdade. Ele é bem leve e didático, pode se jogar sem medo, por minha conta! Rs

      Beijos

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  3. Ooo Fabi!!
    Já fui lá conferir...Estou mtoo ansiosa pra ler o livro, praticamente doida por ele... kkkk
    O filme é o melhor d terror q já via té hj, e com toda ctz o mais arrepiante tbm!
    Bjs!

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    1. Aline, O Exorcista é um dos melhores filmes de terror que já vi tb! E o livro é ainda mais assustador!
      Mas este livro (Exorcismo) é bem diferente... hehhe

      Beijos

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  4. Todo livro tem algo a nos acrescentar, e esse te acrescentou conhecimento em exorcismo rsrs, se vc algum dia esbarrar com alguém possuido por ai já sabe oq fazer e não vai fazer nenhuma besteira.
    Uma pena o livro não te tido ao menos um momento que te surpreendeu. Eu irei passar longe desse livro pois não gosto de livro com encheção de linguiça mas pra quem curti pq não se arriscar?!
    E como sempre Darkside arrasa nas capas e peca nas revisões, quem sabe um dia eles resolvam isso #oremos
    Bjs

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    1. Só vai me faltar os paranauê de roupinha de padre... o resto, sei tudo! Até o que o povo fala... em que parte da bíblia devo me basear... quase uma expert! shIUAhsAsiuHAs

      Vou mandar e-mail pra Darkside falando que eu sou revisora. Vou ajuda-los a mudar essa coisa de revisão ruim.... hehehe

      Beijos

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Ahh, uma pena que não tenha alcançado as expectativas. Vejo tanta coisa legal desse livro e quem ama terror fala bem dele na maioria das vezes. Mas tem livro que só não funciona com a gente mesmo e não adianta =/
    Mas acho que iria gostar de ler por ser tão arrastado xD
    Sei lá, ele parece não dar muito medo.

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    1. Verdade, Cris!
      Tem tanto livro por aí que o povo ama e eu nem "tchum", sabe? shIAhsuiAHs
      Esse vai pra lista dos livros "Nem tchum"! Rs

      Beijos

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  7. Oie!
    O filme eu gostei. Tenho o livro, que acho lindo, mas ainda não li. Apesar de tudo que você comentou, vou ler tendo esperanças de gostar, senão nem começo. Mas não pretendo ler de imediato, pois minha lista de livros mais interessantes, já é grande.
    Ótima resenha, como sempre, muito bem escrita e sincera.
    Beijinhos.

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    1. Esse livro é bem diferente do filme, Márcia!
      O filme nos deixa aterrorizados, mas o livro não.
      Aliás, o livro de William Peter Blatty sim, mas este deixa a desejar... uma pena.

      Beijos

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  8. E o prêmio sinceridade de 2016 vai para:Fabi.kkk.
    Como eu adoro tua sinceridade em relação às leituras. É aquela sinceridade que não influencia, que nos deixa descobrir como será nossa opinião. Apesar de você não três gostado, eu fiquei curiosa para saber meu ponto de vista. Kkk.
    Isso é incrível. Como eu adoro suas resenhas. Kkkk. Vivo comentando isso... mas é pq amo mesmo.

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    1. Ô Andlas, sua linda!
      sHAUIHAs
      Ah, eu falo mesmo! Nada de mimimi aqui não. E fico feliz por informar sem influenciar demais vocês. A minha intenção sempre foi essa, e saber que estou cumprindo com a mesma me deixa feliz!
      E obrigada, sua linda! Serumaninha mar gracinha, minha gente!
      sHAUIhsiHAs

      Beijos

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  9. nosssa tava empolgada para ler ese livro e agora nao estou mais.... ja eras hahahahhahaha

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    1. A minha sensação após lê-lo é exatamente essa, gêmea!
      sHAiushIUAhsuiHAs

      Beijos

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