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08 julho 2018

{Hora da Pipoca!} ~ Os Incríveis 2 ~

Oi oi,  gente!
Tudo bem por aí?

Que tal falarmos sobre um dos filmes mais aguardados por minha pessoa?
Foram 14 fucking anos de espera, mas finalmente, Os Incríveis 2 chegou aos cinemas. E chegou chegando, minha gente! Ele se tornou a maior bilheteria de animação da história! Acreditam?
E não é para menos: é um filmão! Vem ver o que eu achei, vem!



Quando assisti: Ontem, rs! - Junho, 2018.
Título original: The Incredibles 2
Título tupiniquim: Os Incríveis 2
Duração: 1h 58 min
Direção: Brad Bird
Gênero: Animação / Infantil
Avaliação: 
Não recomendado para menores de 10 anos. 
Sinopse: Quando Helena Pêra é chamada para voltar a lutar contra o crime como s super-heroína Mulher-Elástica, cabe a seu marido, Roberto - Beto -, a tarefa de cuidar das crianças, especialmente do bebê Zezé. O que ele não esperava era que o caçula da família também tivesse superpoderes, que surgem sem qualquer controle.

Os super-heróis, como bem sabemos, não são aceitos pela sociedade - ou pela polícia e governo, por assim dizer. Eles precisam viver nas sombras, se esconder, mesmo que pratiquem o bem e salvem muitas vidas (e até mesmo o mundo, de vez em quando). Os estragos feitos na cidade sempre ganham mais destaque do que o ato de heroísmo, e é assim que Os Incríveis 2 se inicia: com Helena e Beto levando uma bronca daquelas por causa do último ato heroico da família - eles evitaram que a cidade fosse destruída. Lembram daquela broca gigante do final de Os Incríveis? Lembram do Homem Topeira? Bem, é sobre esse evento que estamos falando.


Devido aos últimos acontecimentos, o projeto do governo para bancar os heróis chega ao fim, e por isso, Beto e Helena se vêm em maus lençóis. Eles têm duas semanas para saírem do hotel onde estão morando, e ambos estão desempregados e não têm para onde ir. Helena não quer mais combater o crime, pois não quer ir contra a lei, e Beto, que ama ser herói, acha que ela está errada, e que o que eles fazem é maravilhoso, mesmo que seja contra as regras. Em meio à discussão do que irão fazer daqui para frente, eis que Gelado, aquele super-herói com poderes geladinhos e que é amigo da família, aparece contando que um magnata excêntrico quer vê-los a fim de lhes fazer uma proposta.


Esse tal ricaço quer mostrar para o mundo que as boas ações dos heróis não geram somente danos à cidade, que essas ações têm um lado bom. Ele quer mostrar todo o esforço feito por eles, o quanto se dedicam e se arriscam para salvar o mundo. A ideia é simples: colocar uma câmera no traje de um deles para que suas ações sejam compartilhadas com o mundo, em tempo real. Beto já fica todo animado, pois além de voltar à ativa, ele ainda pode mudar a visão de todo mundo, mas ele fica mortificado quando, sem delongas, o tal magnata informa que a pessoa ideal para essa missão é a Mulher-Elástica. Diante de toda a situação exposta pelo cara e também da sua atual situação, ela acaba aceitando a missão, o que quer dizer que Beto terá que ficar por conta da casa e das crianças.




Como não podia deixar de ser, temos um vilão - vilão este que é tão, mas tãaaaao bom que eu nem lembro qual é o seu nome. Esse vilão que, ao meu ver, não tem um propósito convincente, aparece para tentar melar os planos da Mulher-Elástica e do magnata, e por meio de um tipo de hipnose feita através dos meios de comunicação em massa - TV, computador e afins -, ele controla as pessoas e também alguns heróis. Treta à vista. E além da treta, temos outra coisa à vista: uma pequeeena alfinetada nesses tais meios de comunicação. Há aqui uma crítica silenciosa sobre o quão alienadas as pessoas ficam por causa do que é transmitido na TV e afins. Adorei isso.



Os Incríveis 2 não foca tanto assim nos atos heróicos. O foco principal é a inversão de papéis ali contida, e isso fez com que o filme, que é indicado para crianças, fizesse com que os adultos se envolvessem de alguma forma, mostrando-lhes que as coisas estão mudando, e que ainda assim, está tudo bem, que tudo isso é normal. Adorei o fato de eles terem sem preocupado em entreter também os adultos presentes nas sessões de cinema, sessões essas que, vamos combinar, podem vir a ser massantes, uma vez que filmes infantis quase sempre adotam uma narrativa um tanto quanto boba a fim de entreter somente os pequenos. Outro detalhe legal é que a direção entendeu também que as crianças de hoje são diferentes das de 14 anos atrás, e que de bobas, elas não têm nada. Brad Bird adotou uma narrativa simples, porém inteligente. Ele instiga as crianças e entretém os adultos. Simplesmente fantástico!



Eu chorei de rir com o longa, minha gente! Sem dúvidas, o bebê Zezé a grande estrela dessa animação. Ele protagoniza as cenas mais hilárias de todos os tempos, tudo devido à sua recém descoberta gama de poderes. Ele ainda não tem controle sobre nada, e isso faz com que ele dê uma trabalheira imeeeensa para o papai Beto - e faz com que a gente quase molhe as calças de rir. Beto tem que lidar não só com esses pequeeenos problemas de Zezé, mas também com a hiperatividade, a curiosidade e as tarefas escolares de Flecha; e Violeta, a mais velha, está naquela fase meio (muito) doida dos adolescentes, e para piorar, ela está com dor de cotovelo. Diante de tudo isso, Beto percebe que cuidar da casa e dos filhos não é tão simples quanto parece, pelo contrário. Pode ser até mais difícil do que salvar o mundo.





Adorei a abordagem sutil do machismo e dos esteriótipos da sociedade. Adorei como tudo isso foi conduzido e bem desenvolvido - de forma leve, cativante, real e engraçada -, e adorei também o fato de que eles retomaram a trama exatamente de onde pararam no filme anterior. Quando os boatos de que uma nova animação da franquia seria feita, fiquei com medo de que eles fizessem com que os personagens sofressem a passagem do tempo - Helena e Beto estariam mais velhos, as crianças, crescidas e sem graça -, e por isso, quando eu vi que isso não aconteceu, eu já vibrei muito. Vamos combinar: a Pixar tem o dom de fazer continuações tão boas quanto os primeiros filmes, não é mesmo? É por isso que fica tão complicado escrever algo sem usar a palavra "adorei" tantas vezes. Relevem. 😌




Enfim... assistam! É uma boa pedida para as férias, pois irá divertir a baixinhos e altinhos (ok, eu sei que não é por que se é adulto que quer dizer que a pessoa é grande, altinha... eu que o diga!) e também a gregos e troianos. Tem gente que acaba deixando de assistir animações nos cinemas por vergonha de ser um marmanjo que está ali por si mesmo e não por estar acompanhando uma criança. Nesse caso, te aconselho a pegar uma criança emprestada com alguém, ou façam como eu: deixem de bobeira e vá assistir essa coisa maravilinda mesmo sem criança nenhuma! Vai valer a pena, eu garanto!!!



10 comentários:

  1. Oii Fabi!!
    Assisti ontem o filme e amei!
    Dei mtas risadas, tem como pegar esse Zezé pra mim?
    Bjs!!

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  2. Eu sou apaixonada por animações e este estilo de filme sempre está na minha lista de "filmes a ver de novo".rs
    Casa sempre tem crianças, então faço questão de sempre ter uma animação no pendrive.
    14 anos de espera para até que enfim poder conferir este longa. E pelo que andei lendo até agora, é um senhor filme! Não somente por abordar alguns temas fortes(de uma forma bem sutil),mas também por trazer bom humor, coisa que a gente precisa e muito né?rs
    Espero poder ver o filme em breve e me divertir muito!
    Beijo

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  3. Esses dias recém fui olhar o filme, gosto bastante de animações, mas dei altas risadas com o primeiro e já fiquei na expectativa para ver o segundo. Tua resenha me deixou ainda mais ansiosa, filme para olhar e rir com a família inteira.

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  4. Oi Fabi, tudo bem? Eu assisti o primeiro filme quando foi lançado, mas sou péssima em "gravar" a história de filmes, por isso gostaria de assistir antes de embarcar no segundo filme que, pelo que notei na resenha, é maravilhoso! Acho bem importante as animações trazerem mensagens importantes para os pequenos, sempre se pode ensinar alguma lição ou passar mensagem, mas realmente as críticas que o filme parece trazer são um pouco mais adultas/maduras, mesmo que de forma mais mascarada. Quero muito assistir, adorei o trailer!
    Beijos
    http://espiraldelivros.blogspot.com/

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  5. Estou doida para assistir esse desenho, no primeiro filme ri muito, o jeito que toda a família se torna super herói é muito engraçado. Nesse segundo filme, é abordado uma coisa bacana, a mulher invertendo os papéis com o homem, todos que assistem, podem aprender com isso sem dúvidas!!

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  6. Olá Fabi,
    Quanto tempo de espera não é?
    Confesso que para mim até que passou rápido, como gosto do primeiro filme assisti ele várias vezes.
    Sobre o segundo, muitas pessoas não curtiram por mudarem o foco da história, mas isso foi exatamente o que eu amei, mostrar essa inversão de papéis, a família, e também sobre o poder feminino, bem legal.
    Imagino que o bebê cause mesmo muitas risadas, só pelas poucas cenas que vi, já me acabei, rs. Sem dúvidas irei ver.
    Beijos

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  7. Fabiiii .... realmente o filme é incrível... adorei ...não tinha assistido o primeiro mas me apaixonei pelos personagens .
    Bjinhos

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  8. Eu adoro animações e Os Incríveis não poderia ficar de fora. Acho que sempre tem algo que acabam nos agradando também, sem contar que para nós que nunca deixamos a criança que vive em nós morrer, essas estreias sempre são uma festa com direito a muita pipoca. Legal inserir temas importantes e entender que as crianças de hoje não são como as da época do primeiro filme.

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  9. Esperei tanto tempo por essa estréia e eu ainda não fui ver!!
    Mas estou na super expectativa, pois adoro animação.
    O bebe zezé é realmente a grande estrela do filme, e os temas são super importantes.

    beijinhos
    She is a Bookaholic

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  10. Oi Fabi!
    Menina, fui ver esse filme logo na estreia! Eu e meu namorado estávamos contando os dias!
    O filme é ótimo, os detalhes são perfeitos! Cada cena estava muito bonita. O zezé (jack jack é o cara***, meu nome é Zezé Pequeno) roubou todas as cenas!
    Morri de rir no filme, e aquele filminho antes do filme (sei lá como chama), o do bolinho, é muito estranho. Nuu, quando ela come o bolinho eu fiquei "QUEE?". Sei que é a relação dela com o filho e tal, mas ela prefere engolir o filho do que deixá-lo sair... Doidão.

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